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Sensibilização Ambiental nas Escolas - Parte II - Um caso de sucesso numa Creche

Sensibilização Ambiental II - Creche
Dando continuidade ao artigo da semana passada (pode ser lido aqui), que deu início a esta série sobre a sensibilização ambiental nas escolas, hoje apresento-vos outro caso de sucesso, desta vez numa creche em Lisboa.

Alimentação mais consciente e saudável

Pessoalmente preocupo-me bastante com a alimentação, principalmente quando há crianças. Desde que fui mãe que a minha consciência alimentar tem vindo a crescer.
Quem segue o blog sabe que tive um enorme susto com o Manel, quando aos 6 meses experimentou uma papa de pacote e passados 20 minutos estávamos dentro numa ambulância a caminho do hospital, com ele todo inchado e vermelho, por conta de uma intolerância à proteína do leite de vaca, presente na papa.

Desde esse dia tive que ficar super alerta com tudo o que ele comia. Comecei a ler os rótulos dos alimentos e percebi o quão difícil era encontrar alimentos processados que não tivessem vestígios de leite.
Pesquisei muito, li e experimentei imensas receitas, frequentei workshops, desenvolvi os meus conhecimentos de macrobiótica a arranjei soluções deliciosas e muito mais saudáveis para ele (e para nós).
Hoje em dia, já sem qualquer tipo de intolerância ou alergia e evitando ter restrições ou proibições rígidas, tento que cá em casa se coma de forma bem saudável.  

Há pequenas coisas que podemos alterar na organização e rotina do dia a dia e que fazem toda a diferença na qualidade do que ingerimos. 
Podemos (e não custa assim tanto) fazer em casa, bolachas, iogurtes, pão, papas de cereais, entre tantas outras coisas. São muitíssimo mais saudáveis e excelentes para a nossa saúde e bem estar, já para não falar que diminuímos drasticamente os resíduos que produzimos pois nada vem embalado!

Um caso de sucesso numa creche

Após alguma pesquisa, com o objectivo de encontrar alguma instituição de ensino que fizesse os seu próprios iogurtes e desta forma reduzisse a quantidade de embalagens de plástico descartáveis que colocavam no lixo bem como proporcionasse às crianças uma alimentação mais natural e isenta de açúcares, espessantes, aromas artificiais e afins, entrei em contacto com a Ana Jervis, que a par com o Miguel Leal, são as pessoas que estão por trás da fantástica iogurteira natural, a YogurtNest, que eu tanto uso e adoro (podem ler o artigo que escrevi sobre esta iogurteira aqui) e questionei se tinha conhecimento de alguma instituição que o fizesse.

Prontamente e com a amabilidade que a caracteriza, apresentou-me à Inês Cancela, que foi a pioneira na introdução da YogurtNest numa escola, neste caso na Creche Paço de S. Francisco, em Lisboa.
A Inês, com imenso carinho e amor partilhou comigo como conseguiu fazer a alteração para os iogurtes caseiros na creche.
A sua principal motivação, para além da financeira, foi a preocupação com as crianças, reduzindo o açúcar mas proporcionando-lhes algo que não fosse um choque ao seu palato.
Conseguiu, com a maior mestria, adaptar os iogurtes às idades das crianças de uma forma muito inteligente:
  • sala de berçário - Aos bebés, quando autorizado pelos pais, dão iogurte simples só com 1 colherzinha de puré de fruta feita na escola
  • sala de 1 a 2 anos - Todas comem iogurte natural e puré de fruta feito na creche
  • sala de 2 a 3 anos -  Foi o maior desafio… pois não queriam dar com puré de fruta, pois eles iriam sentir-se iguais aos mais novos e iriam recusar, por acharem que era comida de bebé. Então adicionaram 1 fio de mel de flores comprado na Maria Granel e granola de frutos secos simples feita pela Inês

Contou-me que, como não podia deixar de acontecer, umas crianças adoram e devoram os iogurtes outras gostam menos mas que no geral todos aceitaram esta mudança muito bem. 
Tudo isso só foi possível porque tiverem o apoio dos pais que aprovaram e apreciaram a iniciativa. E o apoio incondicional da Directora Técnica, Célia Faustino que primeiro estranhou e hoje já entranhou a 200%

Com esta alteração conseguiram reduzir o desperdício alimentar, porque agora comem todo o iogurte que preparam, adaptando as quantidades a cada criança, e porque o fazem em frascos de vidro, diminuíram muito a quantidade de resíduos de plástico descartável que produziam, para além de reduzirem as idas ao supermercado evitando o gasto de gasóleo e de tempo bem como a diminuição do sentimento de culpa por estarem a dar tanto açúcar às crianças tão novas.

Adorei conhecer este projecto e a sua mentora Inês Cancela que foi super prestável, simpática, e sempre disponível para me ajudar. 
Um bem haja a pessoas como a Inês, a Ana e o Miguel, que são pessoas lindas, positivas e que querem ajudar o nosso Planeta!
Se quiserem conhecer um pouco mais a Inês, visitem as páginas de Facebook e Instagram dela, aqui e aqui

Fico na esperança que alguns de vocês tentem pôr em prática estas ideias nas escolas dos vossos filhos. A Mãe Natureza agradece ;)

Até breve!



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In Lifestyle

Sensibilização Ambiental nas Escolas - Parte I - Um caso de sucesso no pré-escolar

Sensibilização Ambiental nas Escolas
Desde que me lembro de ser gente, que adoro estar ao ar livre, seja num campo com flores, numa floresta cheia de árvores, numa quinta com animais, na praia, no rio e na falta de melhor, num parque verde de uma qualquer cidade!

A Sensibilização Ambiental

Quero acreditar que este meu gosto pela Natureza, no seu estado mais belo é, em certo ponto, uma herança genética, mas sinceramente acredito que isso se desenvolveu muito graças à educação que tive. 
Desde muito nova que era comum ir passear com os meus pais para zonas mais calmas, fora da confusão das grandes cidades, onde as actividades ao ar livre eram sempre uma prioridade. Sempre me foi dada liberdade para experimentar e vivenciar o que me rodeava. 

Tive o privilégio de poder subir às árvores, de fugir de vacas cornudas, de escalar montes e pedras, de tomar banho nos tanques de pedra que havia nas aldeias, de dar de comer aos animais, de nadar no rio, de ver pirilampos e chuvas de estrelas, entre tantas outras coisas boas!

Os anos passaram e esse gosto não desapareceu. Continuei a concretizar a minha necessidade de estar em comunhão e em contacto com a Natureza e de tentar tratá-la bem, já que o meu desejo é que os meus filhos possam usufruiu e ser tão felizes como eu fui desta forma.

Obviamente o tempo passa, o mundo muda e hoje, mais que nunca, sinto que temos um papel super importante, enquanto pais e educadores, em mostrar aos nossos meninos o que são os verdadeiros valores de respeito pela natureza. 
Somos um exemplo para eles e muitas vezes é mais importante o que fazemos do que o que dizemos. Temos a responsabilidade de os ensinar a cuidarem do planeta, já que vivem numa época de tanto consumismo e facilitismo.

Um caso de sucesso no pré-escolar

Há uns tempos recebi um telefonema de uma amiga, para me contar a alteração que tinha acontecido na pré escola que a sua filha de 4 anos frequenta e como isso estava a ser positivo para as crianças e para a comunidade. 
Achei tão interessante a preocupação da instituição, a colaboração dos pais e a excitação das crianças que resolvi partilhar, para poder inspirar outros a fazerem o mesmo. 

Efectivamente são pequenas alterações que não custam nada e permitem diminuir muito o tamanho da pegada ambiental mas principalmente ensinar as crianças a cuidarem da sua "casa".

No Centro Escolar de Cerveira, constataram que produziam uma quantidade de resíduos exagerada, durante a hora do lanche, onde cada criança comia o que levava de casa.

No sentido de diminuir os resíduos produzidos resolveram, com a colaboração dos pais, tomar algumas medidas simples, tais como:
  • Abolir os sacos plásticos onde as crianças levavam os lanches, substituindo-os por sacos de pano.
  • Substituir os guardanapos de papel por guardanapos de tecido.
  • Utilizar apenas garrafas de água reutilizáveis.
Comparando a foto anterior com as que se seguem é notória a diferenças na quantidade de resíduos gerados, apenas naquela refeição.
Sensibilização Ambiental nas Escolas

Sensibilização Ambiental nas Escolas
Para além destas alterações na rotina diária, adoptaram também outras, nas salas, tais como a separação de resíduos, garantindo assim que os resíduos são colocados nos locais correctos. A deposição nos ecopontos passou a ser uma das responsabilidades das crianças. 
Sensibilização Ambiental nas Escolas

Sensibilização Ambiental nas Escolas
Com pequenas alterações como estas, as crianças ficaram com mais e melhor conhecimento sobre a temática dos resíduos e com certeza também irão fazê-lo em casa. 

Gostei muito desta iniciativa, pois acho que quando mais cedo os ensinarmos, melhores pessoas serão e o ambiente agradece!

Em breve partilho outros casos de sucesso de medidas de preservação do meio ambiente que fazem noutras instituições e com crianças de outras idades. 

E por aí, também há casos de sucesso? Contem-me tudo!

Até breve!

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In Receitas

Falafel para Bebés e Crianças - O grão de bico como superalimento II

Falafel-Burguer de Grão de Bico
No seguimento da deliciosa receita de Húmus de Beterraba que partilhei aqui, há algumas semanas atrás, hoje deixo-vos outra receita de grão de bico. 

Falafel no forno

Desta vez a receita é uma versão do Falafel, o prato tão famoso no Médio Oriente mas numa versão mais saudável e apta para bebés e crianças. 
A receita que vos deixo hoje, em vez de bolinhas fritas, como costuma ser, é apresentada em forma de hambúrgueres que são cozinhados no forno.
Pode ser utilizado de diversas formas. Desta vez fiz com um molho de iogurte, alho e salsa. Como acompanhamento servi bulgur e uma salada de agrião (tudo proveniente de modo de produção biológico, como sempre!) mas também poderia ter sido servido dentro de pão pita ou wraps ou até mesmo simples, para quando vamos fazer um passeio ou um piquenique.
São deliciosos e super saudáveis.

Quando toda a família partilha a mesma refeição

Cá por casa, a Mafalda já quer comer da nossa comida. Para facilitar tento fazer pratos que ela possa também comer. Obviamente tento não colocar sal nem muitos temperos!
Esta receita é óptima para todos. Do prato apresentado a Mafalda comeu o falafel e o bulgur. Nós os 3 comemos tudo o que tínhamos direito!
É super fácil e rápida de se fazer. Pode-se fazer uma quantidade maior e congelar (coisa que não consegui desta vez porque os poucos que sobraram do almoço foram devorados pelo Manel ao jantar!).

O Grão de Bico como Superalimento

No artigo anterior sobre o grão de bico, que pode ser lido aqui, já partilhei que o consumo desta leguminosa apresenta inúmeros beneficios para a nossa saúde e bem estar. 
Esta receita é óptima para as crianças comerem esta leguminosa, que muitas vezes não é muito apreciada, sem haver reclamações!


Receita
Ingredientes:
  • 250g de grão de bico cozido com uma tira de alga kombu
  • 1 cenoura
  • 1 cebola pequena
  • 1 dente de alho
  • 30ml de azeite
  • 3 colheres de sopa de gérmen de trigo ou linhaça moída
  • 1 talo de curcuma
  • Sal e pimenta a gosto
Pode adicionar salsa ou coentros. Optei por não o fazer porque já tinha salsa fresca no molho de os acompanhavam.

Preparação:
- Juntar todos os ingredientes num processador e triturar grosseiramente.
- Ligar o forno a 180ºC.
- Retirar bocados de massa e formar pequenas bolas com as mãos. Depois achatá-las para ficarem com forma de hambúrguer.
- Colocar numa grelha de ir ao forno, forrada com papel vegetal.
- Cozinhar no forno cerca de 25 minutos.

Flalafel no forno para bebés e crianças - Grão de bico superalimento

Espero que goste!
Bom apetite ;)








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In Beleza Lifestyle

Dia da Terra - Champô sólido, Desodorizante e Dentífrico Zero Waste

Cosmética zero waste
Esta semana comemorou-se o Dia da Terra. O desafio para este ano é o da eliminação da poluição do plástico que ameaça o nosso planeta. 
Já escrevi vários artigos sobre esta temática e já partilhei a minha opinião sobre o plástico (pode ler o artigo aqui). 
Muitos outros tenho escrito sobre inúmeras alternativas ao plástico que pudemos facilmente adoptar no nosso dia a dia. Todas elas são simples! São apenas pequenas mudanças no nosso quotidiano que podem fazer toda a diferença no futuro do nosso mundo. 

Sinto que ao alterar alguns dos meus hábitos, para outros mais sustentáveis, não só dou o exemplo aos meus filhos como também aos meus amigos e colegas, que acabam por se juntar a mim em muitas das minhas práticas! Desta forma, aos poucos, sem nenhum tipo de imposição e apenas com muita informação (e apenas quando solicitada), estamos todos a trabalhar para termos mais saúde, sermos mais felizes e vivermos num planeta mais verde. O que poderíamos querer mais? Por mim é suficiente!

Cosmética Zero Waste

Em minha casa, logo a seguir à cozinha, a casa de banho é a zona da casa mais geradora de resíduos. São os frascos de champô, de amaciador, das pastas de dentes, dos desodorizantes, dos cremes, dos invólucros dos sabonetes, etc.
Já tinha partilhado com vocês que os sabonetes que normalmente utilizo são feitos por mim (pode ler o artigo aqui). Esses obviamente não têm embalagens que vão para o lixo e o desodorizante que utilizo também dura cerca de 1 ano (saiba qual é aqui). Ainda assim a cada ano (ou quando este se parte) é mais uma embalagem de plástico que vai para o lixo. 

Fartei-me e tomei uma atitude. Na casa de banho, depois de começar a usar os sabonetes de azeite, introduzi os cotonetes de bambu. Ambas as medidas foram aprovadas em unanimidade!
Há muito que queria experimentar o champô sólido e aventurei-me há uns meses. Pesquisei, procurei e optei por comprar um exemplar a uma artesã de cosmética 100% natural, biológica, vegan e sem testes em animais, de seu nome Saponina.
A Liliana, a alquimista desta marca mostrou-se sempre super disponível para me esclarecer quanto às dúvidas que tinha sobre os ingredientes que usava, métodos de fabrico e modo de utilização.
Encomendei e muito rapidamente a encomenda chegou, com um cheirinho deliciosos, com umas embalagens de papel lindas e com uma mensagem personalizada escrita à mão. Amei!!

Cosmética zero waste

Já que ia pagar os portes, não resisti a experimentar também o desodorizante e o dentífrico sólidos. Estranho, não? Sim, no inicio é realmente estranho mas adorei a experiência e desde aí que não tenho usado outros.

Champô Sólido

Confesso que as primeiras vezes achei um pouco estranho lavar o cabelo com uma espécie de sabonete, que esfregamos no cabelo, mas efectivamente basta passar nos cabelos molhados algumas vezes e ficamos com uma super espuma cheirosa muito idêntica às dos champôs convencionais.
Há para vários tipos de cabelo. O que eu comprei tem na sua formulação, óleo de coco, óleo de linhaça, shikakai, argila amarela, aloé vera, azeite, erva príncipe, óleo essencial de erva príncipe e listsea cubeba. 

Devido aos nutrientes presentes no shikakai, tais como a vitamina A, D, E e K, para além de antioxidantes, contribuem para a saúde dos cabelos.
É muito conhecido na Índia, onde tem sido usado durante centenas de anos como champô natural.
Este champô:
  • Previne e elimina a caspa.
  • Tem acção de champô e amaciador, pois não elimina os óleos naturais do couro cabeludo;
  • Nutre completamente o cabelo, estimulando o seu crescimento de forma natural e saudável;
  • Tem baixos níveis de pH, evitando a eliminação dos óleos naturais do cabelo;
  • Fortalece os cabelos, evitando as pontas espigadas;
  • Fortalece completamente as raízes, conferindo corpo e matéria ao cabelo.

Gostei muito, o cabelo fica brilhante e sedoso. 
O que menos gostei foi o facto de ter que usar amaciador, já que o meu cabelo era bem comprido (entretanto já não é!) e ficava difícil de pentear. O outro ponto menos positivo foi o de se gastar bastante rápido. Durou cerca de 1 mês. Pensava que ia durar mais!

Desodorizante Sólido

Como sabem há muito tempo que uso a pedra de alúmen como desodorizante mas quando vi este pensei que talvez fosse altura de experimentar algo diferente. 
É apresentado com uma forma idêntica à de um sabonete e basta passar ligeiramente por água e passar levemente nas axilas. Este deixa uma fina película que previne o odor e hidrata a axila. 
Fiquei fã. Este, ao contrário do champô ainda nem a meio vai e já passaram mais de 2 meses. Não mancha a roupa e neutraliza completamente o odor.

Este desodorizante contém óleo essencial de palmarosa ou tee tree, que tem uma acção sobre as bactérias. A transpiração não é bloqueada, apenas neutraliza o odor, o que é muito mais saudável para a saúde.

Entre outros ingredientes contém o bicarbonato de sódio que regula o pH do desodorizante, a argila branca usada pelas suas propriedades de purificação e limpeza e óleo de coco e manteiga de karité para manter a hidratação e conforto.

Curioso é o facto que levou a Liliana a criar este produto. A sua filha é desportista de alta competição e tinha experimentado vários tipos de desodorizantes biológicos e nenhum funcionava. Formulou este e verificou-se extremamente eficaz na filha e noutros desportista.

Dentífrico Sólido 

Confesso que de todos os produtos adquiridos este foi o que mais me custou a habituar e ainda não o uso todas as vezes. É realmente muito diferente do que estamos habituados mas nem por isso é mau. Ficamos com um hálito fresco e sensação de limpeza na boca mas faz-me falta a espuma abundante dos outros... mas hei-de lá chegar!

Estes dentífricos são produzidos com ingredientes naturais e biológicos, com o objectivo de lutar contra a placa bacteriana, manter as gengivas saudáveis ou evitar o amarelecimento dos dentes.
São formulados com óleo coco, argilas naturais, plantas, carvão vegetal, bicarbonato de sódio e óleos essenciais naturais. Não têm
flúor ou triclosan.

Para os utilizar basta trincar um pedacito e friccionar sobre os dentes com a escova previamente humedecida. Automaticamente faz uma espuma suave.



Conclusão: Com mais esta medida a minha casa de banho passou a estar com mais espaço porque desapareceram inúmeras embalagens de plástico e ficou com um cheirinho delicioso, porque estes produtos libertam um agradável aroma. 
Obviamente foi mais uma passo para alargar o tempo de enchimento do meu balde resíduos de embalagem, que cada vez mais custa a encher. 
E vocês, já experimentaram? Contem-me tudo!

Em breve sairá outro artigo sobre champôs, prometido já há muito tempo, com reviews de outros champôs sólidos e também de líquidos!
Até breve!


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In Receitas

Húmus de Beterraba - O Grão de Bico como Superalimento I

Húmus de Beterraba
A receita de vos deixo hoje, para além de ficar super bonita numa mesa, é também muito apetitosa e versátil. 
Com o sol da Primavera a chegar, apetece-me logo fazer este tipo de receitas frescas, leves e ao mesmo tempo bastante ricas nutricionalmente. 
Cá em casa todos adoramos húmus, seja ele na sua receita original, apenas com grão de bico, seja nesta versão com beterraba.
Para quem não conhece, o húmus não é mais do que uma pasta de grão de bico e alguns temperos.

O grão de bico, um superalimento

O grão de bico é uma leguminosa com elevado teor proteico, o que não é muito comum noutros vegetais mas é considerada uma proteína incompleta, já que não estão presentes todos os aminoácidos. 
Os cereais, tais como o arroz ou o pão, são ricos nos aminoácidos que faltam ao grão de bico, sendo por isso bastante comum encontrarmos, na gastronomia, este alimentos conjugados. Desta forma ficamos com uma combinação perfeita como fonte de proteína vegetal.

É também um alimento interessante pelo tipo de gordura que apresenta, que embora seja em quantidade muito reduzida é bastante rica, pela presença de antioxidantes e vários minerais, tais como o cálcio, o ferro, o zinco e o magnésio. 
É também bastante rico em vitaminas do complexo B, sendo especialmente rico em ácido fólico, tão necessário durante a gravidez. 
Embora seja isento de glúten é muito rico em fibra, sendo por isso óptimo para o bom funcionamento intestinal e usado na prevenção e tratamento da obstipação.
Porque o grão de bico é rico em amido é usado pelo organismo como fonte de energia.
Há diversos investigadores que, tendo em conta os inúmeros benefícios e as propriedades deste grão, o consideram um superalimento.

O benefício para o ambiente do seu cultivo

Em Portugal o grão de bico é uma leguminosa muito utilizada na gastronomia, em diversos pratos e consumida de diversas formas.
O cultivo do grão é importante para a protecção do ambiente, pois tal como outras leguminosas, possui a capacidade de absorver e produzir naturalmente o azoto, evitando-se assim a necessidade de utilização de fertilizantes azotados.

Utilizações do Húmus 

Nós adoramos comer este húmus com pão de centeio (receita aqui) que faço cá em casa. 
Pode ser também usado como molho para o esparguete de courgette (receita aqui), molho de saladas ou com palitos de cenoura ou courgette. 
É tão bom que o difícil é parar!

Receita

Ingredientes:
  • 250g de grão de bico cozido com um tira de alga Kombu
  • 1 Beterraba assada ou cozida
  • 1 Dente de alho
  • 1 colher sobremesa de Tahine (pasta de sésamo)
  • sumo de 1/2 Limão
  • 3 colheres sopa de Azeite
  • Sal integral
  • Pimenta

Preparação:
Para esta receita pode optar por cozer o grão de bico, que é o que costumo fazer, ou então usar grão de bico comprado.
Pode também comprar a beterraba já cozida. Eu gosto muito mais de as comprar frescas e assar no forno.
     
      1. Grão de bico cozido
Começar por demolhar o grão de bico entre 8 a 12h. Para o fazer coloque o grão de bico num recipiente e adicione água. Lembre-se que os grãos vão aumentar de volume, por isso ponha água suficiente para estarem sempre cobertos.
- Rejeitar a água da demolha (pode utilizar para regar as plantas lá de casa).
- Colocar o grão numa panela de pressão com água (1:4) e uma tira de alga Kombu e levar ao lume cerca de 20 minutos. A alga para além de mineralizar o grão vai fazer com que a digestão das leguminosas seja mais eficaz, diminuindo a flatulência. 
- Escorrer a água de cozedura (aquafaba), que pode ser utilizada para fazer outras receitas tais como mousse de chocolate (noutro artigo partilho a receita).


     2. Beterraba assada
- Descascar a beterraba e colocá-la num quadrado de papel de alumínio ou vegetal.
- Temperar com sal, pimenta, tomilho e azeite.
- Levar ao forno, a 180ºC, entre 30 a 40 minutos.

     3. Húmus de Beterraba
- Num processador ou liquidificador, juntar o grão de bico, o dente de alho, o azeite, o tahine, o sal e a pimenta e triturar.
- Quando já tiver tudo triturado, junte a beterraba partida aos pedaços e volte a triturar até ficar uma pasta uniforme.
- Pode decorar com sementes de sésamo, folhas de salsa e um fio de azeite.


Bom apetite!







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In Lifestyle

Parabéns Filha pelo teu 1º Aniversário - Relato do dia em que a família devia ter ficado completa mas não ficou...

1º aniversário Mafalda
Até me custa a acreditar que já passou 1 ano desde que a Mafalda nasceu. Como o tempo passa a voar! Este 1º aniversário fez-me recuar no tempo e reviver novamente o grande dia de há um ano. Grande mesmo... foi o dia mais angustiante e também o mais feliz de toda a minha vida.

Pensei muito se publicava este artigo ou não mas o facto de as últimas semanas terem sido fantásticas, aqui no blog e o facto de ter alcançado o 1º lugar da categoria Ambiente e Natureza, da plataforma Blogs Portugal, deu-me a coragem que me estava a faltar e resolvi partilhar este episódio tão nosso com todos os que seguem o blog e me dão tanta força para não parar, mesmo quando estou exausta. 
Não querendo ser exemplo para ninguém, nem querendo que ninguém passe pelo que eu passei, há sempre um lado bom e é a esse que nos devemos agarrar! Pelo menos eu tento! É um artigo demasiado longo mas quando é o coração a falar não há como resumir.

A gravidez

Tal como da primeira vez adorei estar grávida. Dizem que as gravidezes são todas diferentes e comigo também foram. 
Na 1ª tinha acabado de ficar sem emprego, depois de 3 anos a trabalhar intensamente mais de 10h por dia. Aproveitei para descansar e correu tudo lindamente.
Na 2ª estava a trabalhar e só por isso foi logo diferente. Aquele primeiro trimestre, com o sono a apertar, custou-me um bocado. 

Nesse trabalho fazia imensas viagens, as diárias de Braga para o Porto (e regresso), mas também tinha que ir para Lisboa e arredores ou até Bragança. Andava num ritmo super acelerado e no inicio do 2º trimestre fiquei cheia de contrações fortes e o médico disse-me que tinha que abrandar. Resisti... na altura estava em auditorias e eu era a responsável. Não podia não estar (achava eu). Continuei nessa loucura até que o meu corpo me impôs a paragem. Segundo o meu médico, o meu corpo estava a berrar "pára, mãe!".
Assim o fiz e imediatamente fiquei bem. Passei a conseguir dormir e descansar. 
Aproveitei imenso o tempo, que passei a ter, para estar com o meu filho e ver crescer a minha barriga de uma forma saudável e bonita!

Preparei tudo ao pormenor para a chegada da Mafalda, para ser recebida como uma verdadeira princesa muito desejada mas com o cuidado de pensar o que seria melhor para o Manel, para que não tivesse ciúmes. 
Digo-vos que cheguei até ao ponto de "obrigar" o meu irmão a adiar uma viagem de trabalho para a China, para ficar a apoiar o Manel na altura do nascimento da irmã!

O Enorme Dia da Angústia e da Felicidade

Como o parto, por questões de saúde, teve que ser cesariana, à partida, sabíamos quando ela ia nascer. 
Na véspera, tal com havíamos planeado, metemos TUDO no carro e rumamos para o Porto, onde íamos ficar nessa noite, uns dias depois de termos alta do hospital e onde ia ficar o Manel, com os avós, nas 3 noites que eu tinha que ficar internada. 

Durante esse dia, o Manel queixou-se que lhe doía o pescoço mas desvalorizamos. 
Na viagem, com o carro atulhado de coisas, ele diz que está mal disposto e lhe doí imenso a garganta. Por momentos acreditei que ele estava a sentir a minha ansiedade mas achei estranho ele queixar-se. Raramente o fazia. 
Tínhamos acabado de sair da autoestrada quando ele decreta: "Vou gumitar!" Olho para trás enquanto o meu marido tenta parar o carro e era verdade... já o tinha feito. Tudo estava coberto de vomitado. Ele, a cadeirinha, o kit para as células estaminais que ia debaixo do banco dele, as malas e sacos que estavam no banco... um cenário daqueles que dá vontade de fugir! 

Pensamos que podia ser pelo facto de ter iniciado as aulas de natação na véspera e pudesse ter engolido muita água da piscina.
Continuamos a viagem, com ele já sem roupa e ao meu colo. Ainda lhe saiu um "É proibido andar à frente e sem cinto, não é?", ao qual lhe respondi "Sim, mas estamos a chegar e é uma excepção!".
Nessa noite teve febre, o que não acontecia há mais de 1 ano. Escusado será dizer que não dormi nada, desta vez não por ter medo da operação mas porque estava preocupada com ele.

No dia seguinte tínhamos que estar às 08;30 no hospital. Levantei-me bem cedo e ele, com febre, não conseguia mexer bem o pescoço. Fui tomar um banho para ele não me ver a chorar. Estava em pânico! Não sabia o que fazer. Ela tinha que nascer e eu não podia mesmo entrar em trabalho de parto porque era perigoso para mim. Já tinha passado as 39 semanas de gestação. 
Só me apetecia acordar daquele pesadelo e não podia transparecer este terror para o Manel. 

Deixei-o, sem dizer onde ia e entrei no carro a chorar. 
Telefonei à pediatra que me disse que ia mais cedo para o ver. Tentou acalmar-me e dizer-me que, pelos sintomas que lhe descrevi, podia ser papeira. 
Por momentos achei que ia chegar ao hospital e dizer ao meu médico que a Mafalda não podia nascer.
Cheguei lá e estavam os enfermeiros à minha espera (escusado será dizer que cheguei super atrasada), todos bem dispostos! Eu só falava do meu problema. Começam logo, sem eu ter muito tempo para pensar, a preparar-me para ir para o bloco. 

Na minha mente eu ainda ia fugir dali e cuidar do meu pequenino, mas não, estava ali e ninguém me deixava ir embora.
O meu médico veio falar comigo e insistiu para não adiar, pelo bem da minha saúde. Cedi e lá fui eu. 
Entrei no bloco e mais uma vez tinha uma equipa fantástica e amorosa e tentar animar-me e a "ralhar-me" por não estar a viver aquele momento, por não estar a pensar na minha bebé que estava prestes a chegar. Era verdade... respirei fundo e confiei nas minhas estrelinhas que me guardam e comecei a pensar na Mafalda. Tudo ia correr bem!

Bem-vinda Mafalda

O parto correu muito bem e rapidamente ela estava cá fora. Tinha nascido a minha bebé!
Vi-a ainda nas mãos do médico e fiquei emocionada como nunca pensei ficar. Rapidamente o pai trouxe-a, já vestida e enrolada em mantas. Era linda e perfeita. Tinha os olhos bem abertos como se estivesse à nossa procura e ficamos ali os 3, colados, a conhecermo-nos. Foi lindo... jamais esquecerei!

Quando fomos para o quarto e ao contrário da outra vez, não tinhamos ninguém à nossa espera. Estavam todos com o Manel, que estava a sair do mesmo hospital onde nós estávamos, com papeira confirmada pela pediatra. Não podia ver-me, nem à irmã acabada de nascer, durante cerca de 1 semana, por causa do risco de contágio.
Estava super feliz com a chegada da Mafalda mas com o coração partido por o Manel não lhe poder pegar como ele tanto desejava, para lhe dar as boas vindas.

Depois de muito ponderar, optamos por não lhe contar que a irmã já tinha nascido, para ele não ter que lidar com essa frustração que lhe iria causar uma grande ansiedade. Dissemos-lhe que a mãe tinha ido trabalhar para fora uns dias...
Tudo o que eu tinha imaginado não ia acontecer. Ele não ia estar ali connosco. Só nos podia ver dali a muitos dias e eu não sabia com ia aguentar as saudades.

Os dias seguintes no hospital foram calmos, muito calmos mesmo. Tive várias horas sozinha com a Mafalda e aproveitei todos esses momentos da melhor maneira. Cheirei-a e beijei-a vezes sem conta. Dei-lhe todo o colo que ela precisava e fiquei longos momentos sentada com ela sobre o meu peito a contemplar o mar e o céu!
Todos no hospital conheciam a minha história e também por isso fui muito mimada!
Falava com o Manel ao telefone, enquanto a Mafalda dormia, tentando ser a mais forte possível.

O dia do regresso a casa

O dia da alta foi, sem dúvida, o que mais me custou. 
Ia sair daquele sonho estranho que estava a viver para voltar à dura realidade de regressar a casa dos meus pais, mas só eu e a Mafalda, porque o meu marido ia ter que ir com o Manel para Braga. Os 2 sozinhos, sem nada em casa, sem nós!

Chorei até chegar. Tinha um nó na garganta que não me deixava respirar. Porquê? Porque é que não podíamos finalmente ter a família completa? Porque é que o meu marido não podia estar a aproveitar aqueles momentos tão únicos? Sabia que o Manel estava cheio de saudades minhas. Sentia-me triste e revoltada mas depois olhava para a minha bebé, tão fofa e perfeita, e tudo passava. Sabia que ela não merecia ter a mãe triste mas às vezes não conseguia mesmo evitar (malditas hormonas!)

Ele, guerreiro como é, ficou bom rápido e ao fim de 2 dias em Braga, já sem febre, teve autorização da médica para vir ter connosco. Era sábado de manhã e liguei-lhes bem cedo a dizer que a "mana tinha nascido", que já podiam vir. Eles voaram para junto de nós... nem roupa para trocarem trouxeram!
Tocaram à campainha e eu fui ao encontro deles. O Manel entrou a correr, nervoso, olhou imediatamente para a minha barriga e exclamou "Nasceu mesmo, onde é que ela está?", entramos e foi a emoção total! O Manel recebeu os presentes que a mana trouxe, pegou-lhe ao colo, eu dei-lhe milhões de beijinhos e abraços e ficamos os 4, finalmente juntos... em família!
Nessa noite, fui adormecer o Manel e abrimos os nossos corações e falamos das saudades que tínhamos tido. Choramos... mas desta vez de alegria... muita alegria mesmo!
Parabéns minha linda filha! Já tens um ano. Preenches a nossa vida com o teu sorriso e bom humor! Amo-te muito ;)

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In Receitas

Acabar com a azia da gravidez com frutos secos - Receita de manteigas vegetais

Manteiga de frutos secos
Dizem que com a maturidade aprendemos a apreciar alimentos que não gostávamos nem por nada. Pois bem, comigo isso também se passou. Quando era mais nova não gostava nada de frutos secos. Com o passar do tempo comecei a tentar comer alguns e aos poucos fui começando a gostar.

Excelente para combater a azia na gravidez

Acho que o ponto de viragem foi quando estava grávida do meu filho mais velho e por causa da minha barriga de tamanho XXL, tinha uma azia terrível.
Como detesto tomar medicamentos, muito menos grávida, procurei um remédio caseiro que me resolvesse o problema e a solução passou por comer amêndoas com pele. Fiquei reticente, mas lá trouxe para casa uma caixa cheia delas, directamente trazidas de Trás-os-Montes e o "milagre" aconteceu ;)

Certo é que funcionou comigo e passou a fazer parte da rotina, quase diária, antes de ir dormir ter que partir 3 ou 4 amêndoas e mastiga-las bem. Ao fim de poucos minutos a azia desaparece completamente.
Como o hábito comecei a gostar do seu paladar e hoje como, tanto amêndoas como qualquer outro fruto seco (excepto pistácios), sem qualquer problema e até com satisfação.

Óptimo snack para meio da manhã

Desde que regressei ao trabalho, após período de licença da minha filha mais nova (durante a gravidez as amêndoas voltaram a salvar-me!), que é muito usual levar como snack para meio da manhã, frutos secos, uma tâmara e uma peça de fruta!

Desde esta enorme evolução até começar a fazer manteigas / pastas vegetais de frutos secos foi um pequeno passo.
A primeira vez que fiz, foi manteiga de amendoim, para rechear os bombons deliciosos que costumo fazer para o Natal ou Páscoa.
Desde aí que faço regularmente e tentei fazer com outras oleaginosas. Adoro todas, se bem que as minhas predilectas são a manteiga de cajú e a de amendoim.

Algumas maneiras de consumir as manteigas de frutos secos

Estas manteigas ou pastas vegetais (como quiserem chamá-las) podem ser usadas de inúmeras formas:
  • Simples, às colheradas
  • Recheio de bombons
  • Juntar às papas do pequeno almoço
  • Barrar o pão
  • Incluir em molhos para saladas
  • Fazer a ligação dos ingredientes em barras ou energy balls
  • Usar em bolos e sobremesas
  • Misturar com iogurte natural, queijo quark ou fresco
  • ...

Benefícios das manteigas caseiras

Obviamente podem comprá-las já feitas mas muitas delas têm adicionados óleos (nomeadamente o de palma), açúcares, conservantes e outros. As elaboradas em casa, têm apenas 1 único ingrediente - o fruto seco escolhido!
Em comparação com as industriais, as caseiras são muito mais económicas, principalmente quando os frutos secos são comprados a granel e com a enorme vantagem de não consumirmos embalagens, estando assim a minimizar o impacto no ambiente.

Para as fazerem em casa apenas precisam de ter um processador de alimentos ou um liquidificador potente.

Propriedades das oleoginosas

Os frutos secos, no geral, são muito ricos em ácidos gordos essenciais, minerais (magnésio e fósforo), vitaminas (do complexo B e vitamina E) e também em proteínas. 
São também muito ricos em fibras e por isso são especialmente importantes no controlo de glicemia e regulação dos níveis de colesterol. 
No caso da amêndoa, a sua pele contém prebióticos naturais que alimentam as bactérias, naturais e benéficas do intestino.
No entanto têm um elevado teor de gordura, que embora seja considerada uma gordura saudável, deve ser sempre ingerida com moderação. 



Receita (o procedimento é exactamente para cada uma das variedades de frutos secos)
Ingredientes:

  • 1 chávena de frutos secos (usei amêndoas, nozes, cajus e amendoins)
  • 1 pitada de sal marinho (opcional)

Preparação:
- Pré aquecer o forno a 180ºC
- Forrar o tabuleiro de ir ao forno com papel vegetal e colocar os frutos secos no forno, cerca de 10 minutos, para torrarem ligeiramente. Mexer de vez em quando e ter cuidado para não queimarem. 
- Deixar arrefecer e colocá-los num processador ou liquidificador. Triturar até ficar uma farinha e continuar a triturar até os óleos se libertarem e formar uma bola de pasta.
- Durante este processo ir empurrando, com um espátula, todo o conteúdo para o fundo do processador de forma a continuar a ser triturado.
- Vai-se repetindo o processo até estar formada uma pasta homogénea e brilhante.
- Pode juntar uma pitada de sal marinho. Vai intensificar o sabor e ficar ainda mais saboroso.
- Guardar em frascos de vidro, no frio. Se o frasco for devidamente esterilizado dura até 2 a 3 semanas.

Bom apetite!!







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