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Devemos Reutilizar as Garrafas de Água?

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Garrafa de água resutilizável
Na continuação do artigo sobre a Geração do Plástico, este é mais um artigo sobre alternativas sustentáveis para diminuirmos a quantidade de plástico que consumimos todos os dias. Desta vez escrevo sobre as garrafas de plástico e quais as melhores alternativas.
Segundo um estudo da Euromonitor Internacional, a cada segundo vendem-se 20 mil garrafas de plástico. Estima-se que este valor vá aumentar porque a procura por água engarrafada está a aumentar. 
Em 2016, apenas 7% das garrafas foram recicladas. As restantes acabaram nos oceanos ou aterros.

Tendo em conta os números apresentados, verificamos rapidamente que as garrafas de água representam um problema ambiental. Elas são feitas a partir do petróleo, que é uma fonte não renovável, requerem energia para a produção e distribuição e grande parte acaba a contaminar o ambiente.
As garrafas de água não devem ser reutilizadas e se ler o rótulo com atenção, grande parte dos fabricantes alerta para a não reutilização das mesmas.

O principal problema é a contaminação bacteriana, tendo em conta que estas apresentam o meio de cultura óptimo para a proliferação destes microrganismos (humidade, ambiente fechado e muito contacto com a saliva e as mãos). Obviamente se forem bem higienizadas o problema é minimizado mas ainda assim, com as utilizações sucessivas criam-se micro-fissuras no plástico, onde as bactérias se vão alojar e proliferar. 

Em Portugal as garrafas de água comercializadas são feitas a partir de um composto designado por PET, que é um polímero que pode transmitir à água determinados elementos que se libertam do plástico, tais como o ftalato (pode causar distúrbios hormonais), antimónio (muitas vezes associado ao cancro e a problemas respiratórios), formaldeído e acetildeído (são os responsáveis pelo sabor a plástico que aparece na água quando esta é deixada ao sol dentro das garrafas).

Outro dos problemas é um dos compostos das garrafas de plástico, o bisfenol A ou BPA. Nas garrafas PET não está presente mas pode estar em garrafas compradas para transportar água. Há vários estudos que indicam que este composto se liberta para a água ao longo das sucessivas reutilizações e principalmente quando se utilizam líquidos quentes ou se deixam as garrafas ao sol.
Supostamente o BPA pode provocar desequilíbrios no sistema endócrino, causando alterações no sistema hormonal.
As crianças por serem mais pequenas estão mais sujeitas a estas substâncias e efectivamente já é comum vermos no mercado copos, chupetas, biberões, mordedores, etc., livres de BPA's.

Obviamente as autoridades sanitárias verificam o cumprimento das normas e no geral a concentração dessas partículas nocivas, que passam para a água, costuma ser baixa mas ainda assim há opções mais saudáveis que evitam este risco, principalmente se pensarmos na quantidade de água engarrafada que consumimos.

Há várias alternativas no mercado:
  • Garrafas de vidro. São fáceis de lavar mas são muito pesadas e por poderem partir não são boas para transportar.
  • Garrafas de plástico. Há muitos tipos no mercado, sendo que alguns têm o BPA. São leves, baratas e fáceis de transportar.
  • Garrafas de alumínio. São leves e de fácil transporte mas muitas vezes o revestimento interno tem BPA.
  • Garrafas de aço inoxidável. São mais duráveis do que as de alumínio e as de plástico e não apresentam risco de contaminação química. São fáceis de lavar mas têm o inconveniente de serem mais caras.

Independentemente do material que são feitas devemos sempre respeitar as especificações do fabricante de forma a aproveitar ao máximo o produto e minimizar os possíveis problemas de saúde.
Seja como for, se já utiliza qualquer uma destas alternativas em vez de copos ou garrafas descartáveis já está no bom caminho e o Planeta agradece!

Por cá temos uma Eau Good que é uma garrafa de plástico Tritan livre de BPA, com rolha de cortiça e que usa o tradicional carvão binchotan japonês para filtrar e purificar a água da torneira. O carvão reduz o cloro, liberta minerais tais como o cálcio e magnésio e equilibra o pH, melhorando o sabor, por vezes desagradável, da água da torneira.

A loja Pegada Verde está com uma promoção de Natal nestas garrafas e noutros fantásticos artigos. Aproveite!

E por aí, que alternativas utilizam?



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Alternativa aos Copos de Café Descartáveis

Alternativa aos copos de café descartáveis
Quem é que já não tomou café em copos de plástico?
Sabia que, só em Portugal, se utilizam cerca de 259 milhões de copos de café descartáveis por ano? E que no mundo, mais de 1 milhão de copos são descartados a cada minuto?
É uma realidade e infelizmente uma grande percentagem destes acabam por ir para aterro sanitário ou, por serem muito leves, arrastados pelo vento e "empurrados" até ao mar.

Portugal é um dos países com maior consumo de café e como grande parte de nós passa muitas horas nos seus locais de trabalho, acaba por ser nas empresas que há um foco de origem deste tipo de resíduo.
Diariamente, a maior parte dos colaboradores das empresas toma café a meio da manhã, no fim do almoço e eventualmente a meio da tarde, senão mais. Tudo é pretexto para ir tomar um "cafezinho".

Na maior parte das empresas por onde já passei e acredito que em grande parte delas o problema é a falta de formação, este tipo de resíduos é colocado junto dos resíduos urbanos, o que faz com que sejam levados para aterro sem que se faça qualquer tipo de triagem precedente. Desta forma, são mais resíduos de plástico que vão para aterro sanitário e aí permanecem entre 200 a 450 anos, continuamente a libertar substâncias nocivas para a atmosfera e contaminando os lixíviados provenientes dos resíduos depositados.

No mercado já existem várias alternativas e que por sinal fazem o café saber bem melhor do que quando tomado num copo de plástico.
Recentemente descobri o KeepCup, que é um copo de vidro temperado mas com uma tampa sem BPA e biodegradável. Tem também um isolante térmico que nos permite pegar no copo sem nos queimarmos. Tem na tampa uma patilha amovível que previne salpicos e que permite que se desfrute da nossa bebida preferida enquanto vamos para o trabalho, passeamos ou estamos no escritório.

Nós já estamos a usar e a adorar.
Pode ser usado para beber café, chá, água ou qualquer bebida que goste.
E fica tão bem em cima da mesa do escritório, não fica?
Há várias lojas onde podem adquirir este ou outro copo reutilizável. O KeepCup da foto foi comprado na Círculo Bio.


NOTA: Neste e noutros artigos onde faço referência a lojas ou marcas, não recebo qualquer tipo de recompensa monetária ou de oferta de produtos por parte destes. Apenas os menciono porque comprei os produtos, uso-os, estou a gostar e porque, a meu ver, são uma mais valia para a preservação ambiental do nosso Planeta.



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Por uma Cozinha Mais Sustentável

Utensílios sustentáveis para a cozinha
A cozinha é a divisão da casa a que normalmente não damos grande valor mas que acaba por ser onde passo grande parte do tempo, principalmente nos fins-de-semana em que não há grande saídas (o que por sinal não é muito comum).
Hoje foi um desses dias. Comecei pelo pequeno almoço, que foi apressado porque o Manel já estava atrasado para a aula de música. Quando regressámos fiz o almoço e preparei a sopa para os próximos dias. À tarde fiz iogurtes e scones de cenoura para nós e para a Mafalda, porque também já vai começar a comer destas coisas e segui para a preparação do jantar, onde aproveitei as sobras das refeições anteriores, para fazer uma refeição ligeira.
Tento, sempre que possível, que não haja grandes desperdícios de comida, inventando pratos para utilizar o que sobrou ou o que tem que se gastar.

Cada vez entram menos embalagens na nossa cozinha porque tento fazer em casa tudo o que é possível e para o qual tenho tempo, evitando comprar o que é processado e já vem pronto a comer.
Acredito que desta forma nos alimentamos melhor e por outro lado diminuímos a quantidade de resíduos que produzimos.
Anteriormente já partilhei onde compramos grande parte do que usamos na cozinha, no artigo Onde Faço as Minhas Compras - Parte I e Parte II, e como é que isso vai ao encontro da diminuição do desperdício alimentar e redução de embalagens que usamos.

Muito recentemente, aproveitei uma promoção que a Círculo Bio fez nos seus produtos, a propósito da Black Friday, e comprei uns utensílios que há muito tempo queria adquirir, de forma a tornar a nossa cozinha ainda mais amiga do ambiente. 
Tive que me conter porque esta loja tem imensos produtos, que respeitam o ambiente, fantásticos! Conhecia-a numa das minhas idas ao Mercado Biológico do Carandá, onde costumam participar e mostrar alguns dos produtos que comercializam.

As esponjas para lavar a loiça que normalmente usamos são grandes acumuladoras de fungos e bactérias e são feitas de plástico.
As alternativas de arranjei são todas feitas de materiais naturais e biodegradáveis.
Seguindo a ordem apresentada na foto a primeira (da esquerda) é uma escova para lavar panelas mas que também serve para lavar legumes (por exemplo, batata doce ou cenoura) quando as queremos utilizar com casca. 
A segunda é uma escova para a loiça, em que a parte com as cerdas é substituível.
A terceira é uma escova com fibra de coco, que também pode ser usada na loiça e na limpeza de legumes e por último a luffa, que é uma esponja vegetal. É um fruto de uma planta trepadeira. Esta tanto pode ser usada na limpeza da casa como na higiene pessoal!

É um facto que são diferentes e que no início custou-me um pouco a adaptar mas ao fim de 2 ou 3 peças lavadas comecei a gostar.

Não perca os próximos artigos, nos quais apresentarei mais algumas alternativas adoptadas, cá em casa, e que têm resultado muito bem.

Até breve!


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In Lifestyle

Geração do Plástico

Geração do Plástico
Pertencemos a uma geração extremamente consumista!
A nossa sociedade baseia-se no princípio do "usa e deita fora". É comum ouvirmos, quando algo se estraga, "não há problema, compra-se outro".
Quem é mais ou menos da minha idade, com certeza, passou por uma fase onde tudo se reutilizava. As roupas passavam por todos os irmãos e primos da família. Quando se rompiam, usavam-se remendos! Usávamos guardanapos e lenços de pano, tínhamos um saco de tecido para ir comprar pão, os bebés usavam fraldas de pano e era impensável usar o que quer que fosse por apenas 1 ou 2 minutos e depois deitar fora.
Cozinhava-se tudo em casa e praticamente não havia desperdício ou alimentos processados. Em muitos locais os legumes, fruta, carne, ovos e leite vinham directamente dos seus próprios terrenos. 
Tínhamos brinquedos, embora muito menos do que têm actualmente as nossas crianças, mas mesmos esses também passavam pelos vários elementos da família.

Entendo perfeitamente que o boom dos plásticos e dos descartáveis veio, aparentemente, facilitar a vida dos nossos pais e eles aderiram em massa. Nós crescemos assim e habituamo-nos a viver desta forma. Mas passados estes anos começamos a ouvir falar de problemas como a depleção da camada do ozono, da poluição e contaminação de águas e solos, no aquecimento global e consequentemente do degelo e da seca, dos animais em vias de extinção, das novas doenças e do stress.

Se por um lado, a evolução da indústria dos plásticos nos trouxe uma melhoria da qualidade de vida e a revolução da tecnologia e indústria, por outro lado trouxe-nos um problema que a nossa geração tem que tratar... e o quanto antes! Cabe-nos a nós deixarmos um legado às futuras gerações com qualidade.

Quem não se lembra de estar na praia dias inteiros sem usar protector solar e nunca ficar com escaldões, de tomar banho em rios, onde hoje nem os pés podemos molhar, de passear em florestas e montes que hoje já nem existem, de comer fruta directamente das árvores, de ver pirilampos nas noites de verão, de ser impensável alguém não saber andar de bicicleta? Era tão bom! 
Claro que as gerações mais novas também são felizes, à sua maneira, mas eu tento ensinar aos meus filhos que devem respeitar a Natureza e a não desperdiçar os recursos naturais. 

A questão do plástico preocupa-me muito. Obviamente não pretendo acabar com o plástico! Ele é útil para muitas coisas que uso diariamente mas há muito plástico que efectivamente eu não preciso e é aí que eu tento reduzir a sua utilização.
Não vou deixar de usar um computador, um telemóvel ou uma simples esferográfica porque é feita de plástico mas posso deixar de usar garrafas, copos e palhinhas de plástico descartáveis. Posso reutilizar os sacos que utilizo para ir às compras, posso minimizar as embalagens que compro e essencialmente posso evitar usar objectos que vão directamente para o lixo depois de os usar por um muito curto período de tempo.

Aqui no blog já deixei algumas alternativas que arranjei para substituir alguns plásticos e em breve mais partilharei. 
Quem quer também minimizar a quantidade de descartáveis plásticos que usamos, que tanto contaminam os nossos solos e principalmente os nossos oceanos, e para os quais temos alternativas válidas?
Conto com vocês!



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In Beleza

Benefícios do Aloé Vera - Remédio para o Herpes, Dermatite Atópica, Pele Irritada, etc.

Aloé Vera
Ainda me lembro quando ouvi falar, pela primeira vez, desta planta tão versátil. 
Andava na universidade e ao descer da casa onde vivia, no elevador, uma das amigas com quem dividia a casa, queixou-se que lhe tinham aparecido umas bolhas estranhas no lábio e que não sabia do que se tratava. Mal olhei disse-lhe com toda a certeza que era herpes.

Infelizmente conhecia bem demais aquelas malditas bolhas. Durante anos, tive imensas vezes nos lábios e até no nariz. É uma sensação horrível. Começava, pelo menos em mim, com uma dor de cabeça sem motivo aparente e no dia seguinte aparecia uma comichão estranha, seguida de bolhas, feridas e muito mau estar durante quase 1 semana.
A minha amiga nem queria acreditar. Lá em casa, de nós as 4, só ela é que nunca tinha tido. Recomendei-lhe o que usava nessa altura, o aciclovir.
No final das aulas desse dia, regressámos e ela disse-nos que tínhamos que ir arranjar aloé vera para colocar no lábio. Alguém lhe tinha recomendado e dito que fazia milagres!
Depois de tentarmos localizar algum local com aloé, recordo-me de irmos a uma moradia, na subida para o Bom Jesus, pedir para nos darem uma folha de cacto. O que é certo é que ela pôs e rapidamente aquilo desapareceu. 

Obviamente na vez seguinte que voltei a ter herpes, recorri ao novo "remédio". Resultado? Ela nunca mais teve herpes e desde esse episódio já passaram mais de 12 anos. Eu ainda voltei a ter algumas vezes nos anos seguintes, embora muito menos e seguramente, há mais de 5 anos que não tenho.
Para além desta super vantagem, a comichão fica muito diminuída e passa em menos dias.
Eu cortava um pedaço da folha e ia aplicando o gel, várias vezes ao dia, desde que sentia os primeiros sintomas até passar por completo. Nunca mais usei as pomadas ou pensos da farmácia.

Entretanto passados alguns anos desta descoberta, quando o Manel tinha 5 meses, foi-lhe diagnosticado dermatite atópica. Nessa altura usámos imensos cremes e preparados da farmácia e é certo que ele melhorou e com o passar dos anos, está cada vez melhor mas ainda assim, sempre que começa o tempo mais quente, ele queixa-se de muita comichão, principalmente à noite, na cama. É penoso vê-lo a coçar-se todo. 
Uma vez, o meu marido, em conversa com uma colega do trabalho, sobre o problema de pele do Manel e das noites mal dormidas, também lhe foi recomendado o aloé vera. Segundo a colega, que também tinha um filho com o mesmo problema, o aloé ajudava muito a acalmar a coceira.
É verdade! Mais uma vez funciona bem. Nas fases mais criticas, não lhe fez passar totalmente a comichão mas acalmou um pouco e espaçou a quantidade de vezes que nos chamava.

Outra utilização em que também acho que o gel desta planta resulta muito bem é quando alguém fica com a pele vermelha, depois de ter estado ao sol, ou após ter feito depilação. Basta aplicar um pouco do gel e sente-se logo uma sensação refrescante que acalma imediatamente a pele.
Também já vi a ser aplicado numa picada de vespa.

Curiosamente, ainda era eu criança e vi, várias vezes, a minha avó Nina a fazer um xarope de aloé que bebia como se de um remédio se tratasse. Dizia que era bom para prevenir as doenças, nomeadamente o cancro. Verdade ou não? Não sei, mas que ela viveu até aos 100 anos é um facto!


O aloé vera é uma planta de cor verde, com as folhas compridas, suculentas e carnudas. As extremidades serrilhadas. 
O gel é a substância transparente e gelatinosa que se encontra no interior das folhas.
É uma planta muito rica em vitaminas (A, C e E, vitamina B12, ácido fólico e colina) e sais minerais (cálcio, cobre, selénio, crómio, manganês, potássio, sódio e zinco).
Tem ainda compostos conhecidos como laxantes, analgésios, agentes antibacterianos, antivirais e fungicidas.


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In Lifestyle

Orgulho de Mãe

Orgulho de Mãe
O meu filho mais velho é um apaixonado pela natureza e por andar ao "ar livre". 
Sempre adorou andar a mexer na terra, coleccionar pedras, folhas e paus. Rara é a semana onde não me traz algum elemento da natureza para eu guardar, pelo que é perfeitamente normal eu andar com várias pedras na minha mala, sair do carro com flores no cabelo ou ter paus e folhas na mala do carro!

Sabes que estás no caminho certo quando chegas, numa tarde fria, ao colégio do teu filho para o ir buscar e a educadora te conta que ele está de parabéns porque deu uma lição ambiental a todos os meninos da sua sala. 
Pelos vistos alguns colegas, numa ida à casa de banho, deixaram a torneira aberta enquanto punham  o sabão nas mãos e gastaram muitos toalhetes de papel para as secar e o Manel explicou-lhes que não deviam fazer assim porque, para fazer o papel dos toalhetes, era preciso cortar muitas árvores e isso era muito mau para o planeta. 
Quanto à água disse-lhes que não a deviam desperdiçar porque podia acabar e ele não queria mesmo nada que isso acontecesse. Parece que aproveitou a audiência para partilhar também o seu conhecimento sobre a separação de resíduos.
Nesta conversa que tive com a educadora, contou-me também que numa lição que ela deu sobre a água, ele e outro tinham sido os únicos a saber que a esta se podia apresentar no estado líquido, sólido e gasoso. 
Nem de propósito, o tema deste ano no colégio é a sustentabilidade ambiental!

E eu estou a "babar" ;) Parece-me que o meu filho é candidato a "Filho Natureza". Continua... estás no bom caminho!

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In Receitas

Esparguete de Courgette

Esparguete de Courgette

Neste momento da minha vida já posso dizer que nós os 4 adoramos legumes e vegetais. Sim, porque a Mafalda também gosta muito das suas sopas e se mais lhe desse, mais comia.
Raro é a refeição em que o prato não tenha legumes, para além da sopa. E se por acaso não os coloco lá por algum motivo (nem que se seja a falta de tempo) há sempre quem reclame!

Há cerca de 2 anos comprei um espiralizador. Já andava com vontade de ter um há algum tempo mas nessa altura encontrei um, com uma promoção muito aliciante e decidi comprá-lo online. Desde aí que várias vezes faço esparguete de legumes. Uso courgette, cenoura, batata doce, beterraba, entre outros.

Esparguete de courgette

Por agora partilho uma receita facílima de esparguete de courgette. É super simples e rápida e uma boa receita para quem não gosta muito de comer legumes ou mesmo para quando não há muito tempo para fazer algo mais elaborado.

Este esparguete pode ser usado como acompanhamento de alguma proteína ou cereal ou mesmo como prato principal, adicionando, por exemplo, uns tomates cherry partidos em metades, uma maionese de abacate (em breve partilho receita) e queijo parmesão ralado ou então também pode simplesmente adicionar pesto (também irei partilhar receita) ao esparguete e uns frutos secos. Ficam ambas muito boas!

Desta vez escolhi a courgette porque é um óptimo legume. Para além de ter muito poucas calorias é muito rico em minerais, principalmente o potássio e em vitaminas. É muitas vezes aconselhado para problemas digestivos. A casca é uma boa fonte de fibra, que ajuda na diminuição da obstipação. 
Uma vez que tem na sua composição um elevado teor em folato, que é sintetizado em ácido fólico pelo organismo, é importante para a saúde das grávidas de dos bebés.

Os utensílios para espiralizar encontram-se em muitos locais à venda e bem baratos. Por cá, valeu bem o investimento pois utilizo-o muitas vezes. A meu ver tem 2 inconvenientes, é grande e por isso difícil de meter num armário da cozinha e não é demasiado fácil de lavar, embora possa ir para a máquina da louça (o que raramente acontece devido à sua grande dimensão).


Receita
Ingredientes:
  • 1 Courgette grande
  • 1 Dente de Alho
  • Azeite q.b.

Preparação:
- Lavar bem a courgette e espiralizá-la, com o auxilio de um utensílio próprio.
- Numa frigideira deitar o azeite e deixar aquecer, em lume brando.
- Picar o alho e juntar ao azeite e deixar alourar ligeiramente (sem queimar).
- Juntar a courgette até ficar amolecida.

Está pronto. Difícil, não é?!

NOTA: Como já sabem, cá em casa, praticamente só entram legumes cultivados em modo de produção biológico. Principalmente quando se utilizam com casca devem usar apenas destes, pois é na casca que se concentram mais os químicos.

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