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7 Ingredientes a Evitar nos Produtos de Higiene e Cosmética

7 Produtos a evitar nos produtos de higiene e cosmética

Como já tive oportunidade de partilhar no artigo sobre a Pedra de Alúnen, que foi onde dei inicio à minha procura pelo mais saudável e natural nos produtos de higiene e cosmética, muitas outras atitudes, mais conscientes, se seguiram.

Muito pouco tempo tinha passado desde a procura do desodorizante mais saudável e numa aula do Mestrado, num sábado de manhã, uma professora mostrou-nos um vídeo da série The Story of Stuff sobre os ingredientes tóxicos presentes nos cosméticos que usamos diariamente. 
Como seria de esperar comecei a ler e tentar identificar os componentes dos produtos que tinha na minha casa de banho e facilmente percebi que as substâncias tóxicas estavam presentes em quase todos.

Pelo que pesquisei os fabricantes defendem-se alegando que a quantidade que utilizam em cada produto não é suficiente para que determinada substância química se concentre no nosso organismo. Ok, até entendo mas eu não uso só um produto. Uso muitos mais, desde pasta dos dentes, aos champôs e amaciadores, passando pelos sabonetes e gel para o duche, cremes hidratantes e eventualmente maquilhagem e grande partes destes tem presente os mesmos ingredientes tóxicos. Alguns deles uso várias vezes ao dia e todos os dias. Será que desta forma a quantidade com que estou em contacto já não é suficiente para ser considerada perigosa? Pois... não consegui obter a resposta a esta questão. 

Segundo um artigo do Dailymail, as mulheres utilizam, em média, 12 cosméticos diariamente e cada um destes contém cerca de 12 produtos químicos, o que faz com que essas mulheres possam absorver, por ano, até 2,27 Kg de produtos químicos provenientes de produtos de beleza. 

Alguns dos ingredientes que devemos evitar e que normalmente estão presentes nos cosméticos que usamos são:

  • 1 - Laurilsulfato de sódio (SLS) ou lauriéter sulfato de sódio (SLES)
São nomes de agentes químicos capazes de produzir grandes quantidades de espuma. Começaram por ser usados nas industrias automóvel e química, como agentes de limpeza. São substâncias muito irritativas para a pele, mucosas e olhos e são frequentemente associadas às dioxinas que têm um potencial carcinogénico e perturbador do sistema hormonal. 

  • 2 - Parabenos (butylparaben, propylparaben, methylparaben, ethylparaben)
São compostos químicos usados na indústria da beleza, há mais de 50 anos, para preservar e prolongar a validade dos produtos. Estão muito associados a problemas de saúde tais como o cancro, problemas de tiróide ou infertilidade.

  • 3 - Parafina, vaselina e óleos minerais
São todos subprodutos do petróleo. São de muito baixo custo e usados para formar uma película, na superfície da pele, semelhante ao plástico que aparenta brilho e hidratação mas que bloqueia os poros evitando a respiração normal da pele, causando muitas vezes reacções cutâneas e alergias, acelerando o envelhecimento da pele. 

  • 4 - PEG (glicol)
O polietilenoglicol é o polimero formado a partir do etileno glicol. É usualmente designado por PEG. Está associado ao aumento do acne e pontos negros. É tóxico e diminui as defesas naturais da pele.

  • 5 - DEA (dietanolamina), MEA (monoetanolamina) e TEA (trietanolamina)
São usados nos produtos de higiene que fazem espuma. São desreguladores hormonais, facilmente absorvidos pela pele. Podem causar alergias e irritações cutâneas e provocar cancro. 

  • 6 - Fragrâncias sintéticas
São misturas de produtos químicos derivados do petróleo. Podem secar e irritar a pele. 
Usualmente os aromas artificiais são estabilizados com recurso aos ftalatos que são um composto químico que pode provocar desequilíbrios no sistema hormonal bem como  mutações celulares.  

  • 7 - Triclosan

Normalmente usado em sabonetes líquidos anti-bacterianos. Está associado ao enfraquecimento celular.


É, no mínimo, surpreendente, pois questiono o porquê de ainda ser permitida a utilização, em grande escala, destes produtos químicos e assustador porque se realmente nos fazem tão mal estamos diariamente a contaminar-nos e a enfraquecer-nos, sem termos noção disso.

Querem saber quais as alternativas que arranjei para minimizar o nosso contacto com estas substâncias? No próximo artigo conto-vos um pouco mais.

Até breve!
   

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